Foto: Vanessa Alcântara/Prefeitura do Recife

Foto: Vanessa Alcântara/Prefeitura do Recife

Após os ‘recados da governadora Raquel Lyra‘, chegou a vez do socialista João Campos partilhar as suas impressões sobre 2026. Nesta quinta-feira (17), durante o anúncio da restauração da imagem de Nossa Senhora da Conceição, o prefeito do Recife reagiu sobre a estratégia da governadora em alocar o máximo de aliados em no PSD para fortalecer seu projeto de reeleição, cooptando, inclusive, lideranças e prefeitos do PSB.

Em coletiva de imprensa, Campos se demonstrou seguro quanto ao desempenho da sigla que preside nacionalmente no próximo pleito e classificou a perda de prefeitos para o PSD como “circunstâncias de momento”.

Para o gestor, cotado como favorito na disputa pelo Palácio Campo das Princesas, as mudanças e transições fazem parte do jogo político. “Tem avaliações de uma cidade, de outra, que ora o vento sopra hora mais de um lado, ora mais de outro. E tem essas mudanças partidárias, que são absolutamente normais em qualquer lugar do País. O importante é ter a convicção do que faz”, disse.

“O nosso partido vai ter um grande desempenho eleitoral em 2026. A gente está desenhando no País inteiro o fortalecimento, o crescimento da bancada, candidaturas majoritárias e novas filiações. Em Pernambuco não tenho nenhuma dúvida de que o dever de casa deve ser feito, que é defender o interesse das pessoas que mais precisam. E a gente vai ter um grande resultado em Pernambuco”, concluiu.

Aliança com o PT

Comentando também sobre a aliança nacional PT-PSB, que teve claros reflexos nas eleições municipais de 2024, Campos considerou “natural” a relação de cordialidade que o presidente Lula da Silva (PT) mantém com todos os estados, inclusive com quem não votou ou apoiou seu projeto político. “Tenho certeza de que o presidente está governando para todos. Diferente do que a gente vê em muitos lugares por aí, com pessoas perseguindo quem é de partido diferente, quem é de uma oposição. O presidente não persegue, é muito generoso, inclusive, com o Estado de Pernambuco. Acho natural ele ter uma relação cordial, correta com os estados, inclusive, com quem não votou nele. Agora, tempo de eleição, é tempo de eleição. Tenho muita segurança na relação que temos com o presidente Lula”, afirmou.

A grande questão é que uma parte do PT-PE defende que o partido integre o palaque da governadora em 2026. Em contrapartida, uma ala da legenda defende a incorporação da sigla ao possível projeto político de João Campos. Estas são cenas dos próximos capítulos.

Interiorização da agenda

Como registrado mais cedo, ainda nesta quinta-feira o socialista iniciou uma verdadeira excussão pelo interior do estado, passando por cidades do Agreste e Sertão pernambucano.

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