Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
A manhã desta sexta-feira (18) foi marcada por uma forte reação dos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à operação da Polícia Federal (PF), autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que incluiu mandados de busca e apreensão, uso de tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação.
Bolsonaro foi atingido por duas medidas cautelares principais: o uso de tornozeleira eletrônica e o impedimento de acesso a redes sociais. Além disso, ficou proibido de se comunicar com diplomatas estrangeiros, outros investigados e de sair de casa entre 19h e 7h.
Reações da base bolsonarista
Gilson Machado Filho (PL-PE), filho do ex-ministro Gilson Machado, reagiu com veemência. Em rede social, disse que o que aconteceu com Bolsonaro é “um verdadeiro ataque à nossa democracia e aos direitos mais fundamentais de qualquer cidadão“. O parlamentar criticou a imposição da tornozeleira, a restrição de comunicação com o filho e o uso de redes sociais, comparando o episódio a “uma censura que não faz parte da nossa Constituição“. Machado Filho alertou para uma suposta “sistemática tentativa de silenciar qualquer voz contrária ao governo” .
Coronel Alberto Feitosa (PL-PE) também se manifestou, ecoando críticas à operação e reforçando a narrativa de perseguição política — embora as declarações completas ainda não tenham sido divulgadas oficialmente.






