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Sem alarde, nesta quarta-feira (13), o Governo do Estado homologou, por meio da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), a contratação da Planalto Pajeú Empreendimentos Ltda, vencedora do processo licitatório para a execução de obras de requalificação do Espaço Ciência, entre Recife e Olinda. A proposta vencedora foi no valor de R$ 8.482.865,40 (oito milhões, quatrocentos e oitenta e dois mil, oitocentos e sessenta e cinco reais e quarenta centavos).
A notícia chega quase como um respiro de alívio para o equipamento.
O espaço, conhecido como museu de ciência e tecnologia a céu aberto, é um dos maiores da América Latina, com uma área de 120 mil m². O equipamento é dedicado à divulgação científica, educação e lazer. No local, há exposições, atrações, planetário, auditório, anfiteatro e área de manguezal preservado.
Porém, nos últimos anos, vem sofrendo com pouca visitação e queixas sobre seu estado de preservação. No fim do ano passado, o portal de jornalismo independente Marco Zero Conteúdo publicou uma matéria da repórter Maria Carolina Santos, apontando suposto sucateamento e falta de recursos.
Na reportagem, Maria detalha a ausência de muitos equipamentos, que estão, segundo constatou a repórter, “sem funcionar, quebrados e inoperantes”. Ainda conforme o levantamento, atrações e estruturas encontram-se oxidadas, sofrendo as intempéries do tempo e a falta de manutenção.
Além disso, a insegurança também atingiu o parque de exposições. De acordo com funcionários, nas dependências do museu já ocorreu, inclusive, assalto.
No início do atual governo, ainda em 2023, o espaço sofreu com a demissão em massa de quase 40% dos profissionais técnicos. Um mês antes, nas primeiras semanas à frente do Estado, Raquel exonerou o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Antônio Carlos Pavão, diretor e fundador do equipamento.






