Foto: Nando Chiappetta / Alepe

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O deputado estadual Renato Antunes (PL), aliado de primeira hora e fiel escudeiro da governadora Raquel Lyra (PSD), se posicionou neste sábado (04) quanto às falas do deputado federal Pedro Campos (PSB-PE), dadas na Rádio Folha FM, na última sexta-feira (03).

Conforme registrado na matéria da repórter Victória Oliveira e na Coluna Conexão Política de hoje, Pedro “rasgou o verbo” em críticas à gestão estadual. As declarações do parlamentar foram diretas, atribuindo as filiações de prefeitos ao PSD a um tipo de conveniência de gestores que esperam investimentos para suas cidades, além de ponderar que, próximo ao pleito de 2026, pode haver uma debandada em massa desses prefeitos.

Em contraponto às críticas de Pedro, Antunes ironizou: “É uma fala que causa estranhamento. Ver um parlamentar do PSB cobrar que não há entregas em Pernambuco, de um governo que, em apenas três anos, destravou investimentos estratégicos, quando o próprio partido dele, durante mais de uma década no poder, transformou o Estado num canteiro de obras paradas e anúncios não cumpridos, demonstra falta de coerência dos socialistas”, disse.

Comparações e críticas à gestão do PSB

O deputado também traçou uma comparação entre as gestões do PSB e a de Raquel. Disse, de forma categórica, que o partido tenta reconquistar a confiança após governos que, segundo ele, foram responsáveis pela “estagnação” do Estado. “O PSB vive hoje uma inversão completa de papéis: depois de ser o responsável direto por anos de estagnação em Pernambuco, quer posar de fiscal da boa gestão e dar lição de moral no governo que está destravando o que eles mesmos pararam”, afirmou.

Antunes também elencou os feitos da gestão Lyra em áreas diversas e classificou como “publicitário” o modelo dos governos socialistas. As críticas também se estenderam ao prefeito do Recife, João Campos, que desponta como favorito nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Campo das Princesas.

Segundo o parlamentar, a administração Campos à frente da prefeitura tem sido marcada por uma suposta antecipação eleitoral, que o deputado cravou ser “disfarçada de agenda administrativa”.

“É fácil vestir agora a fantasia de oposição responsável. Difícil é explicar ao povo o que fizeram – ou melhor, o que deixaram de fazer – quando tinham todas as ferramentas na mão e governaram sozinhos por mais de uma década”, concluiu.

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