Foto 1: Saulo Cruz | Foto 2: Kayo Magalhães
Nesta segunda-feira (22), o Instituto Paraná Pesquisas divulgou os resultados de seu mais recente levantamento para o Governo do Estado de Pernambuco e a intenção de voto dos pernambucanos para o Senado em 2026.
Nos cenários testados, o instituto alternou entre nomes cotados e que se colocam na disputa. Foram ouvidos 1.502 eleitores, entre os dias 14 e 18 de dezembro, em 61 municípios de todas as regiões de Pernambuco. Com uma margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, o resultado do levantamento para o Governo de Pernambuco pode ser conferido no Blog do Yan Lucca.
Primeiro cenário testado
No primeiro cenário, o senador Humberto Costa (PT) lidera com 38,0%, seguido por Miguel Coelho (UB), somando 30,0%. Em terceiro lugar aparece o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL), com 20,2%. Em seguida aparecem:
- Anderson Ferreira (PL) — 19,7%
- Fernando Dueire (MDB) — 7,5%
- Jô Cavalcanti (PSOL) — 4,5%
- Nenhum / Branco / Nulo — 19,9%
Quando o recorte é feito substituindo o nome de Miguel Coelho por Eduardo da Fonte (PP), o resultado fica da seguinte forma:
- Humberto Costa (PT) — 38,5%
- Eduardo da Fonte (PP) — 26,3%
- Gilson Machado (PL) — 21,4%
- Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS) — 18,0%
- Fernando Dueire (MDB) — 7,7%
- Jô Cavalcanti (PSOL) — 5,4%
- Nenhum / Branco / Nulo — 21,5%
- Não sabe / Não opinou — 7,1%
Cenário com Marília Arraes
No terceiro e último cenário avaliado pelo instituto, quando a ex-deputada Marília Arraes é testada, ela ganha destaque e lidera entre os postulantes. Veja:
- Marília Arraes (SOLIDARIEDADE) — 40,4%
- Humberto Costa (PT) — 36,4%
- Eduardo da Fonte (PP) — 24,7%
- Gilson Machado (PL) — 20,4%
- Fernando Dueire (MDB) — 6,6%
- Jô Cavalcanti (PSOL) — 4,4%
- Nenhum / Branco / Nulo — 16,3%
- Não sabe / Não opinou — 5,4%
Porém, para os bons observadores da política estadual, ainda existe muito chão pela frente. Em todos os recortes, o número dos que pretendem anular o voto, votar em branco ou que se declaram indecisos ainda é expressivo e não pode ser ignorado pelos candidatos.
A construção das chapas e eventuais alianças também vai ditar o jogo nos próximos meses. O ano só está começando.






