Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

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Durante entrevista ao podcast do blogueiro Magno Martins, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), afirmou acreditar que Raquel Lyra, sua correligionária, não irá apoiar a tentativa de reeleição do presidente Lula da Silva (PT).

De acordo com Leite, hoje, ambos os gestores “trabalham com o presidente Lula”, mas que, no “ponto de vista político-eleitoral”, Raquel irá “o melhor caminho”.

“No momento certo isso vai acontecer. Entendo que Raquel precisa dialogar e construir com aquelas forças que vão ajudar no seu projeto local para Pernambuco”, disse o gestor.

Repercussão no campo petista

As declarações chegam como um balde de água fria em algumas lideranças, sobretudo do PT, que defendem uma aliança com a governadora ou até mesmo o palanque duplo nas eleições deste ano, quando Raquel deve enfrentar o prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Um exemplo desse querer, como registrado pelo site nas últimas horas, é o deputado estadual João Paulo (PT), que, em entrevista a uma rádio local, afirmou que o PT estaria disposto a deixar o PSB e marchar com a governadora. “O partido está pensando, sim, na possibilidade de deixar o PSB e apoiar a governadora Raquel Lyra. Isso não é uma decisão tomada, é uma avaliação política. Hoje, o cenário que eu vejo é de dois palanques, e os dois apoiando o presidente Lula”, afirmou.

Cenário nacional do PSD

No entanto, os desenhos e avaliações que podem ser feitos hoje são diferentes da leitura do petista. O próprio presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, já sinalizou a intenção de lançar uma candidatura própria para concorrer à Presidência. E, para ele, o PSD conta com nomes competitivos, como o próprio Eduardo Leite, além de Ratinho Júnior, governador do Paraná.

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