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Comentando sobre uma possível fragmentação do voto da direita nas eleições deste ano, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (NOVO), tratou como benéfica a realização de um pleito com o maior número de candidatos à direita.

As falas ocorreram durante coletiva de imprensa, antes do encontro estadual do Partido NOVO-PE, na tarde deste domingo (25). Questionado sobre sair candidato para defender o legado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Zema afirmou que o Partido Novo carrega sua própria identidade, apesar das alianças construídas com o bolsonarismo outrora.

“Eu, como governador de Minas, por ser de direita, apoiei o presidente [Bolsonaro] na minha reeleição em 2022. Fui eleito em primeiro turno e apoiei ele no segundo turno, e muitas coisas eu caminho com ele, outras não”, afirmou. “Deus só existe no céu. Na terra, só tem seres humanos, e cada um tem os seus defeitos”, concluiu.

Pandemia e diferenças com Bolsonaro

Zema embasou sua fala na atuação do ex-presidente durante a pandemia da COVID-19. “[Na pandemia] atuamos de maneira distinta: eu tomei vacina, eu acredito na vacina, recomendo que tome a vacina. Fechei [lockdown] algumas regiões do estado e acredito no que meu secretário de Saúde fala e no que a ciência também fala”, pontuou, afirmando que Bolsonaro não cometeu um erro ao indicar o filho.

Comentando sobre possíveis conversas com outros políticos da direita, Zema garantiu que sempre mantém contato com diferentes figuras, incluindo os governadores do Sul e do Sudeste, mas que cada um está “remando seu barco” e que, mais adiante, “todos vão entrar em um barco maior”. A conferir.

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