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Os parlamentares da direita pernambucana iniciaram uma mobilização para o novo ato do “Acorda Brasil”, que acontecerá em todo o Brasil, no dia 1º de março. Com o mote: “Fora Lula, Moraes e Toffoli”, a ação deve explorar os últimos casos envolvendo o Governo Federal e o Judiciário.
Em Pernambuco, o ato está marcado para iniciar às 14h, na Av. Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Uma das vozes que encabeça a mobilização é o vereador Thiago Medina (PL), entre outras lideranças do bolsonarismo.
Nacionalmente, o movimento é liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que afirmou que os atos devem ser pautados pela defesa do impeachment dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Contexto político e disputas internas
Os atos ocorrem em meio às investigações do Banco Master, envolvendo suspeitas de fraudes financeiras bilionárias. O próprio ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso na última quinta-feira (12), após a PF identificar menções a Toffoli em mensagens de aparelhos telefônicos de Daniel Vorcaro, dono do Master.
Quem assumiu a relatoria do caso foi o ministro André Mendonça, o mesmo à frente da relatoria das fraudes do INSS. Os atos também têm um componente político forte.
Para alguns bons observadores da política nacional e local, os atos também consistem em uma tentativa da direita de se reposicionar no tabuleiro político agora em 2026, com o surgimento de novas lideranças e nomes para ocupar a vacância deixada desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Até o momento, a direita encontra-se dividida entre o apoio a Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).






