Foto: Institucional / ACS-PE

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Nesta segunda-feira (16), completaram-se quatro anos da morte do ex-presidente da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco, Alberisson Carlos, vítima de um homicídio, enquanto saía da sede da Associação, localizada no bairro da Madalena, zona oeste do Recife.

Alberisson estava acompanhado de sua esposa quando foi interceptado por criminosos que efetuaram disparos, dos quais quatro atingiram o PM e líder da categoria em Pernambuco. Alberisson foi levado para o Hospital da Restauração, vindo a óbito cerca de uma hora depois.

Na época, a Polícia Militar e o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) não descartaram a possibilidade de execução ou crime político, vista sua intensa atuação na Segurança Pública.

Atuação política e cobranças por esclarecimento

Chegou a ser candidato a deputado federal e a vereador pelo DEM. Apesar dos insucessos nas urnas, seguiu sendo voz ativa na defesa dos agentes de segurança pública de Pernambuco, liderando movimentos, protestos e greves em todo o estado. Em 2016, foi preso justamente por descumprir uma ordem judicial que proibia bombeiros e policiais militares de se reunirem para discutir greves. Já em 2017, foi expulso da PM após críticas à corporação e ao governo.

Pelas redes sociais, o coronel Meira (PL), deputado federal, repercutiu a data ao lado do filho de Alberisson, Miqueias Heleno. Meira cobrou da governadora Raquel Lyra (PSD) a federalização do caso.

Em agosto do ano passado, durante audiência pública na Assembleia Legislativa, Meira subiu o tom contra o governo do estado. “A polícia civil tem condições de resolver, eu tenho certeza absoluta, mas existe ordem para que não seja esclarecida a morte de Alberisson Carlos. Raquel [Lyra], eu estou dizendo alguma mentira? Mande fazer! Mande dizer quem matou”, cravou.

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