Foto 1: Vinicius Loures | Foto 2: Marcelo Camargo

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O líder do PT na Câmara dos Deputados, deputado Lindbergh Farias (RJ), encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma representação contra o ex-ministro do governo Bolsonaro, Gilson Machado Neto (Podemos).

A medida ocorre após o líder bolsonarista divulgar um vídeo em que distribui adesivos com a foto do pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).

Lindbergh pede a remoção imediata do conteúdo, alegando propaganda eleitoral antecipada. O pedido também solicita a aplicação de multa em caso de descumprimento, além de requerer que o caso seja encaminhado ao Ministério Público para apuração de eventual abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

A mensagem veiculada não deixa margem para dúvida quanto ao seu objetivo: promover, perante o eleitorado, a futura candidatura do segundo representado à Presidência da República, associando seu nome, imagem e identidade política ao pleito eleitoral vindouro, afirma o pedido.

Segundo o parlamentar, o ato praticado por Gilson transcende a esfera abstrata do debate político e materializa verdadeira ação de campanha eleitoral, mediante utilização de meio físico de propaganda por intermédio de adesivo ou decalque.

Reação e contexto político

Gilson, por sua vez, durante live em suas redes sociais, devolveu as acusações de campanha eleitoral antecipada ao PT, associando-as ao desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no último domingo (14).

Esse é um movimento espontâneo. Isso não é ilegal. Não está falando em campanha, em número, nada. Ele não é feito com dinheiro público como as escolas de samba receberam, disse Gilson Machado. O ex-ministro também prometeu uma ampla campanha para Flávio Bolsonaro no Nordeste.

Recém-filiado ao Podemos, Gilson Machado é uma das vozes mais estridentes do bolsonarismo pernambucano, além de ser pré-candidato à Câmara Federal.

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