Foto: Hilton Marques de Lima
A Prefeitura de Garanhuns alcançou, pela primeira vez, a nota máxima na Capacidade de Pagamento (CAPAG), indicador calculado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para avaliar a situação fiscal de estados e municípios. Com a nova classificação A+, o município melhora seu perfil de crédito e amplia a possibilidade de contratar operações com garantia da União.
A avaliação leva em conta uma série de indicadores fiscais, como dívida consolidada, relação entre receita e despesas correntes, obrigações financeiras e qualidade da gestão fiscal. O desempenho reflete a capacidade do município de honrar compromissos e manter equilíbrio nas contas públicas, critério central para a concessão de aval federal em financiamentos.
Segundo o prefeito Sivaldo Albino, o resultado representa uma mudança no cenário fiscal da cidade nos últimos anos. “Trabalhamos com muita responsabilidade pelo presente e futuro de nosso município. Recordo que recebemos a prefeitura inserida no CAUC, uma espécie de SPC dos municípios, sem poder contratar, receber recursos federais, e muita pouca coisa podia ser feita. Foi um inicio difícil, mas sabíamos onde queríamos chegar, organizamos as contas, com rigor, equilíbrio e planejamento, um trabalho profissional na Secretaria de Finanças, e hoje Garanhuns tem crédito e recursos que a colocam entre as principais cidades do país”, afirmou.
O gestor também destacou o papel da equipe econômica da prefeitura no processo. “Em nome da secretária Marília Lins, quero parabenizar toda a equipe que trabalhou para esta conquista”.
A melhora na classificação permite ao município acessar crédito em condições mais favoráveis e ampliar a capacidade de investimento, o que pode impactar diretamente a execução de obras e políticas públicas. A CAPAG funciona como um selo de avaliação da saúde fiscal, sendo utilizada pelo Tesouro Nacional como referência para análise de risco nas operações financeiras.
De acordo com a prefeitura, a elevação da nota tende a facilitar a atração de investimentos e aumentar a margem para execução de projetos, em um cenário em que a capacidade de financiamento é determinante para o desenvolvimento local.






