Foto: Reprodução / Redes Sociais

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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), não poupou elogios ao ex-ministro e pré-candidato a deputado federal Gilson Machado Neto (PODEMOS). Fora do PL desde meados de fevereiro, Gilson representa uma das vozes mais estridentes do bolsonarismo local.

Hoje no PODEMOS, Gilson e seu filho, o vereador do Recife, Gilson Filho, receberam carta branca da presidente nacional do partido, Renata Abreu, e do presidente estadual, Marcelo Gouveia, para estruturar o palanque de Flávio em Pernambuco.

No registro descontraído publicado nas redes de Gilson, o senador o classifica como “Leal, preparado” e endossou a sua pré-candidatura à Câmara Federal. “Pernambuco, olha pra esse cara aqui, que é leal, preparado e que vai ajudar muito o estado de Pernambuco e nosso Brasil”, disse o senador.

Gilson, por sua vez, endereçando sua fala aos pernambucanos, afirmou que Flávio “vai consertar o país da gente”, disse.

A publicação logo repercutiu nas redes sociais. Seguidores e entusiastas do projeto de Gilson elogiaram a articulação do bolsonarista. “Gilson Machado, companheiro do BOLSONARO em todas às horas, esse tem o nosso respeito”, escreveu um internauta.

Ruptura com o PL e embates nos bastidores

A saída de Gilson do PL se deu após um grande conflito travado contra a ala ligada ao presidente da sigla, Anderson Ferreira. Nos bastidores, fala-se em disputa de protagonismo, mas o que se observou foi uma saída repleta de contendas e ruídos, com Anderson chegando a afirmar que Gilson supostamente teria atrapalhado o desempenho da direita no estado, colocando seus projetos pessoais acima dos interesses partidários.

Mesmo longe do PL, o confronto seguiu nos bastidores. No início do ano, Gilson encabeçou um movimento de distribuição de adesivos em apoio a Flávio Bolsonaro, o que fez com que o PT ingressasse com uma representação junto ao TSE para impedir os atos.

Na época, o deputado federal Coronel Meira, ex-correligionário de Machado, pediu, sem citar nomes, para que os envolvidos na iniciativa parassem de “prejudicar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro” e alfinetou: disse que as pessoas que estão realizando isso, “graças a Deus”, saíram do partido.

Na época, Gilson respondeu afirmando que o movimento era espontâneo e dentro da lei.

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