Foto: Redes Sociais / João Campos
Sem perder tempo, após entrevista para O Globo ao lado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), cumpre agenda na noite desta sexta-feira (01), na abertura do 17º Encontro Nacional do PT. Mesmo em outra sigla, a participação é vista como uma estratégia já de olho em 2026.
Na ocasião, ladeado de nomes e quadros nacionais, João também vai prestigiar a posse do presidente eleito no último PED, Edinho Silva, que concedeu uma entrevista exclusiva a este Blog ainda enquanto candidato.
Em registros publicados brevemente nos storys da sua conta oficial, o socialista aparece cumprimentando o senador Humberto Costa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente do PT-PE, Carlos Veras.
A participação ocorre justo no momento em que a imprensa pernambucana especula sobre os nomes que serão apoiados por Campos, cotado como pré-candidato ao Governo de Pernambuco, para o Senado Federal. Atualmente, existem muitos pretendentes, e a definição de João será estratégica para definir se o PT estará em sua base em 2026 ou migrará para a base da governadora Raquel Lyra (PSD).
Marília Arraes (SD), Silvio Costa Filho (Republicanos), Miguel Coelho (UB), Humberto Costa (PT) e agora o ex-deputado Gonzaga Patriota, da sua própria sigla e que se coloca como “candidatíssimo” ao Senado — Campos terá um grande desafio à sua frente que colocará em prova sua capacidade de conciliação e estratégia, avaliam os bons observadores da política local.
Assim como Lula participou do Congresso do PSB que referendou João Campos como presidente nacional da sigla no mês de maio, a presença de Campos no evento petista é, nas entrelinhas, um aceno com um possível recado: em Pernambuco, não haverá palanque duplo.






