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Nesta quarta-feira (04), a partir das 07h, os policiais civis pernambucanos iniciam uma paralisação de 24h, organizada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE). A medida, decidida em Assembleia Geral na última semana, ocorre em meio a um grande tensionamento entre a categoria e o Poder Executivo.

Em informe ao site, o presidente do SINPOL, Áureo Cisneiros, chamou atenção para as “reiteradas tentativas de diálogo ignoradas” pela gestão Raquel Lyra. Cisneiros também comentou sobre a necessidade de valorizar quem “sustenta a investigação criminal e a segurança pública” em Pernambuco.

“A paralisação de 24 horas é um ato legítimo, responsável e transparente. Sem valorização profissional, sem condições de trabalho e sem diálogo, não existe política de segurança pública eficaz. Por isso, convocamos a categoria à mobilização e esclarecemos à sociedade: o que está em pauta é o respeito aos policiais civis e o dever de Raquel Lyra governar com diálogo”, afirma o sindicato em nota.

Mobilização e próximos passos

No dia 27/01, a categoria realizou uma passeata pelo Centro do Recife, em direção ao Palácio do Governo. Lá, os policiais deliberaram uma agenda a ser cumprida ao longo do mês de fevereiro, com a possibilidade de greve geral na véspera do Carnaval. A data escolhida foi o dia 11, próxima quinta-feira, para uma nova passeata e a decisão sobre a greve.

Junto ao SINPOL, na luta pela valorização da categoria e pelo reajuste salarial com base no aumento da carga horária, está a Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe). O sindicato também apela para a gestão sobre a criação da Lei Orgânica da Polícia Civil de Pernambuco.

Até agora, o Palácio não se pronunciou sobre os pleitos do sindicato.

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