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Apesar da reunião de Eduardo da Fonte com os membros do PP para definir os rumos da legenda ter sido cancelada de última hora, devido a um compromisso do deputado em Brasília, o partido em Pernambuco fez questão de marcar posição nas discussões envolvendo 2026.
Entre as pautas do encontro, estava justamente a candidatura de da Fonte ao Senado Federal e a federação do PP com o União Brasil, a ser homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral no mês de março.
Mesmo assim, o partido fez questão de tornar público o posicionamento sobre o Governo do Estado e confirmou o que já era dado como certo nos bastidores: a sigla vai estar com a governadora Raquel Lyra (PSD) no seu projeto de reeleição.
Em nota à imprensa, os integrantes do PP foram categóricos: “o partido integra a base de apoio da atual governadora desde o segundo turno das eleições de 2022, quando esteve ao lado da gestora no momento decisivo da disputa estadual”, escreveram.
Federação e cenário eleitoral
Já sobre a federação, que tanto João Campos (PSB) quanto a governadora despertaram interesse, o PP garantiu que, após a homologação do TSE, quando passará a se chamar União Progressista e atuará como um único partido, será comandada por Eduardo da Fonte, conforme previsto no estatuto, o que afasta as possibilidades de composição com o PSB.
Além disso, o partido afirma que a federação irá se consolidar “como a maior força partidária do país, com 109 deputados federais, 14 senadores e 1.300 prefeitos”.
Nos bastidores, sabe-se que há um convite para que Miguel Coelho (UB) integre a base da governadora e dispute o Senado Federal pela chapa pessedista. Coelho afasta qualquer rumor que indique aproximação com a governadora e alimenta expectativas para estar com João Campos. No entanto, o que se desenha é o contrário. A conferir.






