Foto: Reprodução / Redes Sociais
Os representantes dos Policiais Civis de Pernambuco seguem acampados nos entornos do Palácio do Campo das Princesas, após serem frustrados com a falta de diálogo com a governadora Raquel Lyra (PSD), que havia prometido recebê-los na última segunda-feira (16) para a abertura da mesa de negociações.
Diante da falta de diálogo, a categoria, liderada pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE), decidiu cruzar os braços em uma paralisação de 24h, além de realizar uma Assembleia Geral às 18h desta quarta-feira (18).
“Nós não vamos aceitar esse tratamento desreispeitoso com os Policiais Civis do Estado de Pernambuco. A luta continua firme”, garantiu o presidente Áureo Cisneiros, por meio das redes sociais.
Apoio institucional e reivindicações
Além dos Policiais Civis, outros grupos somaram-se à luta da categoria, como a Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (ADEPPE), que, por meio de nota, manifestou solidariedade à categoria. “A situação causa preocupação e gera frustação entre as entidades representativas, especialmente diante da expectitiva de diálogo previamente estabelicda”, afirma a nota.
Já em outro trecho, a ADEPPE lembra alguns dos pleitos feitos pela categoria à gestão estadual, como o reajuste no PJES e a criação da Lei Orgânica da Polícia Civil, classificando como “ausência de avanços institucionais em pautas estruturantes da Polícia Civil”.
Poucos dias antes das festividades carnavalescas, a categoria estudava a possibilidade de greve geral durante os dias de festa. No entanto, a partir da atuação do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (MDB), a medida foi repensada.
Na ocasião, o parlamentar havia prometido solicitar que o Tribunal de Justiça de Pernambuco intermediasse o diálogo com a categoria.






