Foto: Reprodução

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O Partido Progressistas começou a ser afastado de vez da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD). Com os rumores crescentes sobre a possível composição do PP de Eduardo da Fonte com o pré-candidato ao Governo, João Campos (PSB), Raquel decidiu agir.

Ainda na noite desta terça-feira (17), a governadora exonerou Bruno Rodrigues, presidente do Ceasa; Plínio Pimentel, da Lafepe; e Paulo Nery, do Porto do Recife. Todos eles indicados por Eduardo da Fonte para compor a gestão. Ainda assim, permanecem dois nomes na administração: Kaio Maniçoba, secretário de Turismo e Lazer, e Michele Collins, que gere a Arena Pernambuco.

Quem passa a responder pelos órgãos interinamente são os presidentes dos conselhos de administração.

Repercussão política e bastidores

A medida não surpreendeu, visto que já se especulava a possibilidade nos bastidores. Alguns aliados de Eduardo da Fonte chamam a atitude de “retaliação” e a “marca de Raquel Lyra”.

À imprensa, o presidente do PP e deputado federal Eduardo da Fonte fez questão de chamar a medida de precipitada, além de garantir que não há nenhum acordo fechado com a chapa da Frente Popular. “Todo mundo está conversando com todo mundo”, disse o líder. “Só vamos tratar de chapa após a homologação da federação”, afirmou.

Outra leitura que está sendo feita nos bastidores é de que, com a medida, Raquel dá, quase de presente, a Federação União Progressistas (União Brasil e Progressistas) para João Campos, que deve se beneficiar neste cálculo.

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