Fotos: Divulgação / Internet / Bruno Spada
O imbróglio envolvendo a definição do segundo nome que irá compor a chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) ao Senado segue fervendo nos bastidores da política pernambucana.
Com uma das vagas já dada nos bastidores como certa ao deputado federal Túlio Gadêlha, que deixou o partido Rede e migrou para o PSD de Kassab e Caiado, a segunda vaga, naturalmente, é vista como reservada à Federação União Progressista, que conta com dois postulantes: Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB).
Raquel chegou a ir a Brasília para tratar do impasse com a executiva nacional, tentou emplacar o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, mas a manobra não foi bem-sucedida, graças ao posicionamento do senador piauiense Ciro Nogueira (PP), que defendeu o nome de Da Fonte para a vaga.
Foi dado um prazo de 48h para a definição, o que gerou ainda mais expectativa para uma decisão da governadora sobre o tema.
Ontem, quinta-feira (10), Raquel se reuniu com Dudu e Miguel, no Palácio do Campo das Princesas, em horários distintos, para tentar construir um consenso em torno do assunto, sem perder de vista o apoio de nenhum dos dois.
Bastidores seguem movimentados
De acordo com informações de bastidores, Raquel reafirmou seu desejo de tê-los apoiando seu projeto de reeleição, independentemente da escolha que venha a ser feita, sobretudo após notícias darem conta de que Da Fonte poderia vir candidato avulso ao Senado, dar de ombros ao projeto governista e focar unicamente nas disputas proporcionais.
Além disso, ventilou-se a possibilidade de as duas vagas serem dadas à Federação, contemplando ambos e preterindo o deputado Túlio Gadêlha, ideia que foi rebatida pela própria governadora, que vê em Túlio o ponto de equilíbrio com o eleitorado progressista e lulista.







