Anderson Ferreira

Neste domingo (08) foi ao ar mais um episódio do ‘Ponto de Encontro’, Podcast do Blog de Elielson na CBN Recife. O entrevistado da vez foi o presidente do Partido Liberal de Pernambuco, Anderson Ferreira. Entre os assuntos abordados, logo no início, o ex-prefeito de Jaboatão comentou sobre o projeto do Partido para às eleições de 2026.

Anderson Ferreira, quando questionado sobre o suposto desejo de Bolsonaro de ter o ex-ministro Gilson Machado candidato da sigla ao Senado, desconversou e preferiu não cravar um apoio ao nome. Afirmando que o projeto do PL é construído conjuntamente e que no estado existem potenciais lideranças (que ele afirma que deram grandes contribuições), Anderson disse que entende o “desejo de Gilson” em ter um cargo publico, mas que essa vontade não poderia sobrepor o projeto da direita no estado.

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“Eu entendo a posição, a vontade do Gilson de obter um cargo público, ele nunca teve um cargo público. Então ele tem esse desejo. E é normal, qualquer um ter o desejo. Mas um desejo não pode sobrepor a um projeto maior de direita em Pernambuco. E a gente tem que ter uma maturidade. Tem muita gente que se auto-coloca como candidato a um cargo, candidato a outro. E esse projeto não pode ser assim. O projeto tem que nascer com o sentimento do povo, um alinhamento político, e uma decisão que realmente contribua com a unidade do partido”, cravou.

Racha no PL

As eleições municipais de 2024 serviram para descortinar uma série de conflitos nos bastidores do PL. Com um suposto favoritismo de Bolsonaro a certos candidatos – como o filho de Gilson Machado, que se elegeu para Câmara de Vereadores e acusações de favorecimentos por parte da presidência do PL com o fundo partidário, a legenda viveu uma verdadeira guerra interna.

Ainda pelo Blog do Jamildo, este repórter cobriu de perto a implosão e as manifestações de candidatos do partido que acusavam Anderson Ferreira de destinar milhões para alguns nomes, enquanto outros que disputavam uma cadeira na Casa de José Mariano recebiam R$ 0,0 do Fundo Partidário.

Na época, o então candidato a vereador Paulo Abou Hana, disse que o PL era um partido de “melancias”, verdes por fora, vermelhas – petistas – por dentro.

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