Foto: Alessandro Dantas
A senadora pernambucana Teresa Leitão (PT) foi eleita por aclamação para presidir a Comissão de Educação e Cultura (CE) do Senado no biênio 2025–2026. Parlamentar com forte atuação na área, ela é integrante titular do colegiado desde o início de seu mandato e referência na defesa da educação, cultura e direitos das mulheres.
Com a nova presidência, o PT volta a comandar a comissão após 15 anos. Teresa destacou o compromisso com o setor:
“A educação é a causa da minha vida. Presidir o colegiado é um grande desafio porque é uma pauta prioritária não apenas do nosso governo, mas da sociedade”, afirmou.
Plano Nacional de Educação é prioridade
Entre as prioridades da comissão está a tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE), cuja vigência foi prorrogada até 31 de dezembro deste ano. A senadora ressaltou a importância do planejamento para o setor:
“O PNE tem uma característica que precisa ser sempre ressaltada: ele é fruto da Conferência Nacional de Educação. Portanto, carrega a legitimidade do debate social”, destacou.
Outra pauta central é a regulamentação do Sistema Nacional de Educação (SNE), mecanismo que pretende integrar as redes de ensino sob a coordenação da União, em modelo semelhante ao SUS na área da saúde.
Plano Nacional de Cultura também está na pauta
No campo cultural, a comissão terá papel fundamental na tramitação do Plano Nacional de Cultura (PNC). O documento, elaborado a partir da Conferência Nacional de Cultura, estabelece 13 objetivos e 18 diretrizes organizadas dentro de oito eixos temáticos.
A proposta será enviada ao Congresso Nacional e deve servir como base para o fortalecimento das políticas culturais no país.
Compromisso com a defesa de direitos
Teresa Leitão reforçou que a comissão tem um papel estratégico na garantia de direitos:
“A comissão é uma das que julgo mais importantes por tratar de políticas de direitos. Nós temos a oportunidade de aprovar e de afirmar direitos de maneira muito contundente, levando em consideração o que o governo Lula tem feito e as iniciativas legislativas que chegarão para a nossa análise”, afirmou.
A indicação da senadora ao cargo ocorreu por aclamação dentro do PT, sendo posteriormente confirmada em votação secreta pelos integrantes do colegiado.







